Hino

Entre as serras de um vale verdejante,

Minha terra é um senho de amor.
Na cancção em que o rio marulhante
è a harpa e o vento, o cantor. (bis)
Refrão: Oh! Ferros, minha terra!
Meu vale amado, meu torrão
Quando eu morrer, ao pé da serra,
Quero deixar meu coração. (bis)
As montanhas são preces de granito,
Que a Deus agradecem com fevor
A beleza em que o mar é o infinito
A riqueza onde a terra é o explendor. (bis)
 
Letra: José Virgílio Gonçalves
Música: João Lagares

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